O QUE É A UFERSA?

quarta-feira, 4 de março de 2009

A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) foi criada a partir da transformação da Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM), através da lei 11.155/2005. Até então, esta Instituição era focada apenas na área de ciências agrárias, contribuindo para a melhoria dos recursos naturais e os diversos sistemas produtivos na região Semi-Árida. Esta transformação trouxe para essa região do País uma ampliação da oferta de vagas e novos cursos no ensino superior federal. A Instituição, que oferecia apenas 210 vagas por ano, em cursos de graduação vai ofertar 1.240 vagas a partir de 2009.

PERFIL DOS CURSOS
Administração (Bacharelado)
O curso de Administração forma profissional com perspectiva ampla e integrada, capazes de entender as organizações e seus processos, suas relações internas e externas, sempre aptos a resolver problemas de forma ética e criativa. O Administrador deve refletir a heterogeneidade das demandas sociais em relação a este profissional, apto para a inserção no mercado de trabalho em continua transformação, aplicando seu conhecimento para usos produtivos, em qualquer uso organizacional, amparados pelos valores de ética e responsabilidade social. Poderá ainda apresentar um perfil de habilidade pessoal com traços de percepção e postura empreendedora, podendo assumir múltiplas funções, em organizações públicas e privadas.

Ciências Contábeis (Bacharelado)
O Curso de Ciências Contábeis tem por objetivo formar profissionais com postura gerencial, capaz de promover a investigação e, ao mesmo tempo, capacitá-lo a atender às necessidades da iniciativa pública e privada no mundo moderno. O contador é o profissional responsável pelo planejamento, implementação e coordenação do sistema de informação contábil das empresas, resultando num processo de mensuração do patrimônio e do resultado das organizações, servindo de base para o empresário tomar as decisões sobre os rumos dos negócios, com capacidade de colaborar, através da sugestão de metas e estratégias para que a empresa maximize o seu desempenho e contribua para uma maior rentabilidade social.

Engenharia Química (Bacharelado)
O Curso de Engenharia Química destina-se à formação de profissionais para atuação tanto nos setores industriais quanto da prestação de serviços, na área de pesquisas e desenvolvimento de processos químicos, projeto e controle de processos e produção e comercialização de produtos químicos. O Engenheiro Químico, no exercício de suas atividades, está capacitado a elaborar, executar e controlar projetos de pesquisa e desenvolvimento, de instalação e de expansão das indústrias químicas; planejar, operar, dirigir e fiscalizar a fabricação, o controle e a garantia da qualidade de toda a gama de produtos químicos; projetar, dimensionar, selecionar e desenvolver equipamentos tanto para as indústrias quanto de controle ambiental.

Ciências da Computação (Bacharelado)
O curso de Ciências da Computação abrange uma área de amplo espectro, envolvendo tanto a construção de equipamentos e dispositivos (hardware) quanto o desenvolvimento de programas (software) que viabilizam a utilização dos equipamentos. O curso busca transmitir ao aluno uma base de conhecimento ampla, nos aspectos de teoria, modelagem e desenvolvimento. O bacharel em Ciência da Computação pode projetar softwares (programas) e hardwares (equipamentos), organizar e desenvolver programas de acesso e controle de informações, darem suporte técnico em programas e equipamentos, realizar auditoria e perícias na área computacional, atuar na área de redes e Internet, desenvolverem pesquisa cientifica, educacional, industrial e de serviços.

Engenharia Agrícola e Ambiental (Bacharelado)
Compete ao Engenheiro Agrícola e Ambiental o desempenho de atividades de engenharia, referentes à aplicação de conhecimentos científicos e tecnológicos necessários a sistemas agrícolas e agroindustriais. As atividades do profissional incluem o diagnostico, o planejamento, o projeto, a avaliação de impactos ambientais e sociais, decorrentes de sistemas envolvendo energia, transporte, estruturas e equipamentos nas áreas de irrigação e drenagem, construções rurais e ambiência, eletrificação, máquinas e implementos agrícolas, agricultura de precisão, mecanização, automação e otimização de sistemas, processamento e armazenamento de produtos agrícolas, tratamentos de resíduos e saneamento. O profissional atua também no controle da poluição, na conservação e no planejamento ambiental, gestão de recursos hídricos, análise de susceptibilidade e vocações naturais do ambiente, elaboração de estudos de impactos ambientais, proposição, implementação e monitoramento de medidas mitigadoras e ações ambientais.

Engenharia Civil (Bacharelado)
O curso de Engenharia Civil destina-se à formação de profissionais com habilitação plena, capazes de elaborar, desenvolver e executar projetos e obras civis. Compete ao engenheiro civil o desempenho das atividades profissionais referentes à concepção, projeto, execução, análise e viabilidade técnico-econômica, estudos e especificação de materiais, planejamento, consultoria, pesquisa, vistoria, fiscalização, perícia, condução etc. de obras e serviços, como edificações, pontes e grandes estruturas, sistemas de transportes, de abastecimento de água e de saneamento, barragens e drenagem.

Engenharia de Energia (Bacharelado)
A Engenharia de Energia é a área de conhecimento que está direcionada ao atendimento da demanda de energia, sem causar danos ao meio ambiente e sem prejudicar o desenvolvimento econômico. O Engenheiro de Energia deverá ser capaz de compreender os diferentes sistemas de geração de energia, avaliar os seus aspectos econômicos e ambientais, tanto locais como globais. Poderá ainda projetar e opinar sobre sistemas de energia e decidir a respeito da melhor forma de exploração de recursos naturais para este fim.

Engenharia de Petróleo (Bacharelado)
O curso de Engenharia de Petróleo visa formar engenheiros com conhecimentos e habilidades para atuar nas etapas da cadeia produtiva de petróleo e gás natural, atuando em ampla frente de tarefas e situações, (produção, transporte, processamento, distribuição e utilização dos produtos), levando em conta aspectos econômicos, sociais e ambientais. O engenheiro de petróleo capaz de atuar na área de exploração e produção, construção de poços, desenvolvimento de campos de prospecção, dimensionamento, avaliação e exploração de jazidas, transporte, refinamento, industrialização e atividades afins como processamento de gás natural.

Engenharia de Produção (Bacharelado)
O curso de Engenharia de Produção visa preparar profissionais que, integrando equipes interdisciplinares e articulando fatores de diferentes naturezas como pessoas, materiais, energia, informação, tecnologia e equipamentos, sejam capazes de se envolver com o projeto, o desenvolvimento, a implantação, a melhoria e a manutenção de sistemas produtivos, e também de especificar, prever e avaliar os resultados dos sistemas produtivos. O engenheiro de produção soluciona problemas ligados às atividades de projeto, operação e gerenciamento do trabalho e sistema de produção de bens e serviços, considerando aspectos humanos, econômicos, sociais e ambientais, com visão ética e humanística, em atendimento as demandas da sociedade; prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade; acompanha os avanços tecnológicos, organizando-os e colocando-os a serviço da demanda da empresa e da sociedade; avalia a viabilidade econômica e financeira de projetos.

Engenharia Mecânica (Bacharelado)
O curso de Engenharia Mecânica visa à formação de profissionais com conhecimento em sistemas mecânicos, materiais, refrigeração e aquecimento e de tratamentos. O Engenheiro Mecânico é o profissional capacitado a promover a geração de energia em suas diversas formas e a propulsão de veículos, podendo controlar e programar a produção industrial, bem como a utilização e aplicação de materiais ferrosos, além de desenvolver e cuidar da manutenção de máquinas. Poderá ainda trabalhar em auditoria e consultoria, empresas de manutenção e assistência técnica, indústria de automação, pólos petroquímicos, indústrias têxtil, metalúrgica e siderúrgica.

Biotecnologia (Bacharelado)
O curso de Biotecnologia tem como objetivo máximo a formação e qualificação de profissionais produtivos, criativos e eficientes, que possam atuar nas áreas de ciência e inovação tecnológica, sem perder de vista o desenvolvimento integrado do meio ambiente e a defesa da qualidade de vida. O profissional da biotecnologia pode atuar nas áreas de técnicas de manipulação de culturas celulares e de microorganismos, análises moleculares, clonagem e transgênese animal e vegetal, engenharia genética com aplicação em setores diversos de bens e serviços como: agricultura, saúde, meio ambiente, alimentação, pecuária, indústria e energia.

Ecologia (Bacharelado)
O curso de Ecologia tem como objetivo geral à formação de profissionais capazes de identificar, equacionar e solucionar problemas ambientais, gerando e aplicando conhecimentos científicos nas áreas de ecologia de populações, ecologia de comunidades, ecologia de ecossistemas, manejo de áreas silvestres, biologia da conservação, agroecologia, estudo de impacto ambiental e métodos de controle de poluição. Dentre as muitas atribuições do ecólogo, destacam-se: diagnóstico ambiental, compreendendo estudos do meio físico, biológico e antrópico, e suas inter-relações; realização de estudos de impactos ambientais; recuperação e manejo de ecossistemas naturais e antrópicos; coordenação e elaboração de diagnósticos ambientais, planos de manejo, planos de recuperação de áreas degradadas; prestação de serviços de auditoria e consultoria ambiental; atividades de docência e de pesquisa.

Engenharia de Pesca (Bacharelado)
O curso de Engenharia de Pesca visa formar profissionais de nível superior de natureza especializada, envolvendo supervisão, planejamento, coordenação ou execução em maior grau de complexidade no que concerne ao aproveitamento de recursos naturais aqui colas, a cultura e a exploração de riquezas biológicas, marítimas, fluvial, lacustre e de várzeas, pesca e sua industrialização, seus serviços afins e correlatos. O engenheiro de pesca é apto para atuar na área de pesca e aqüicultura, com capacidade de identificar, equacionar e solucionar problemas em sua área, gerando e aplicando conhecimentos científicos em aqüicultura, tecnologia de pesca, tecnologia dos produtos da pesca, investigação pesqueira, limnologia, oceanografia, engenharia aqüícola, ecologia aquática, extensão pesqueira e administração e economia pesqueira.

Medicina Veterinária (Bacharelado)
O curso de Medicina Veterinária tem por objetivo formar profissionais aptos a trabalhar na preservação, restauração, prevenção, promoção da saúde e criação de animais domésticos e silvestres. O medico veterinário é o profissional que atua nas áreas de saúde animal e clinica veterinária; saneamento ambiental e medicina veterinária preventiva, saúde publica e inspeção e tecnologia de produtos de origem animal; produção e reprodução animal e ecologia e proteção ao meio ambiente.

Zootecnia (Bacharelado)
O curso de Zootecnia visa à formação de profissionais capazes de planejar e orientar as criações de animais domésticos e silvestres. O zootecnista é o profissional que atua nas áreas de nutrição, alimentação, manejo reprodutivo e produtivo, melhoramento genético, planejamento, bioclimatologia, supervisão de exposições de animais e estações experimentais, registro genealógico e julgamento, além de promover e aplicar medidas de fomento à produção desses animais e ao destino de seus produtos e subprodutos sem agredir ao meio ambiente.

Agronomia (Bacharelado)
O curso de Agronomia proporciona formação eclética embasada no teórico técnico - cientifico de fatores que influenciam a produtividade agrícola, o estabelecimento e manejo de atividades zootécnicas, a conservação dos recursos naturais, manejo de sistemas de irrigação, a gestão da comercialização agrícola, no empreendimento rural e qualidade de vida do homem no campo. Tem objetivo de formar profissionais engajados na formulação e implementação de modelos de desenvolvimento sustentáveis para o setor agrário.

Engenharia Florestal (Bacharelado)
Compete ao engenheiro florestal atuar em atividades relacionadas com: construções de madeira; silvimetria e inventário; recursos naturais renováveis; ecologia e defesa sanitária; propagação de espécies florestais; viveiros florestais; manejo de florestas para produção de madeira e outros produtos; desenvolvimento de processos tecnológicos, industrialização e comercialização de produtos florestais; solos de ecossistemas florestais; mecanização, colheita e transporte florestal; geoprocessamento e sensoriamento remoto; planejamento, administração, economia e crédito para fins florestais. Estará capacitado, ainda, para atuar na perícia, planejamento, desenvolvimento e administração de programas ou projetos voltados para a: produção de florestas com fins comerciais; proteção da biodiversidade; manejo de bacias hidrográficas; recuperação de áreas degradadas; avaliação de impactos ambientais; educação ambiental e eco turismo; unidades de conservação; manejo de fauna silvestre; sistemas agros florestais. Estará apto a atuar na pesquisa, na extensão e no ensino; e, como profissional autônomo, na prestação de assessoria, consultoria, elaboração de laudos técnicos e receituários florestais e ambientais, bem como a ser um empreendedor.

É BOM!....


Quanto mais conheço os homens, mais gosto das mulheres.
Barão de Itararé

PREFERÊNCIA


Os homens têm uma espécie de porteira na alma que impede a intimidade. Conheço
melhor as mulheres, elas falam.
Arhur Abelaira




O QUE É DUMPING?

terça-feira, 3 de março de 2009

Carlos Escóssia

Dumping, de forma geral, é a comercialização de produtos a preços abaixo do custo de produção. Por que alguém faria isso? Basicamente, para eliminar a concorrência e conquistar uma fatia maior de mercado.
A definição oficial desse termo, que ao pé da letra significa liquidação, está no Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (Gatt, das iniciais em inglês), documento que regula as relações comerciais internacionais.
A rigor, o dumping diz respeito às vendas ao exterior, mas ele também pode acontecer no mercado interno. Os dumping ocorrem, normalmente, em duas situações. A primeira é quando determinado setor recebe subsídios governamentais e, por isso, consegue exportar seus produtos abaixo do custo de produção. Um exemplo bastante conhecido são os subsídios concedidos aos agricultores da Europa e dos Estados Unidos, que freqüentemente prejudicam as vendas brasileiras ao exterior. A segunda situação é quando alguma empresa decide como estratégia, arcar com os prejuízos das vendas a preços baixos para prejudicar, ou até mesmo eliminar algum concorrente. No Brasil, houve suspeita de que grandes cadeias estrangeiras de supermercado praticaram dumping para tirar do mercado estabelecimentos menores.
Os casos de dumping no comércio internacional são resolvidos no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC), que condena severamente essa prática. As concorrências dentro de um país devem ser resolvidas por alguma instância de defesa da concorrência.
No Brasil, esse órgão é o Conselho Administrativo de Defesa do Consumidor - CADE, criado em 10/09/1965, cuja finalidade é a defesa da concorrência e a vigilância, prevenção e repressão aos abusos do poder econômico. O Cade foi reformulado e reforçado pela lei n° 8.884, de 1994, e hoje tem representado um papel importante, especialmente diante da integração brasileira aos mercados mundiais e da vinda maciça de capital de investimento para o Brasil, em muitos casos para a aquisição de empresas já existentes, ou facilitando fusões de empresas brasileiras e estrangeiras.

EMPRESA FAMILIAR

Empresa não é família. Aliás, não conheço nenhuma família que corte 20 por cento dos membros quando entra em crise. Família divide o bife, põe mais água no feijão e não demite os filhos.
Maria Aparecida Rhein Schirato

"O PDE E O ENSINO SUPERIOR”

segunda-feira, 2 de março de 2009

O Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, lançado pelo Governo Federal no inicio de 2007, propôs ações em todos os níveis do ensino no Brasil, atingindo, as universidades (REUNI), e de forma estrutural, o ensino técnico e tecnológico federal, por meio da proposta de criação dos Institutos Federais de Educação Tecnológica - IFET. [...]
Embora, em linhas gerais, o conteúdo do PL n° 3.775/08 seja o mesmo daquele apresentado no decreto n° 6.095/07, que integra o conjunto de decretos do PDE, algumas mudanças podem ser significativas e serão comentadas a seguir. De inicio, e com preocupação, constata-se que continua em aberto a questão do financiamento público e da manutenção dos IFET, o que configura uma fragilidade estrutural, contraproducente num setor dependente de planejamento de médio e de longo prazo. Do PL consta apenas o detalhamento das finalidades, dos objetivos e da estrutura organizacional desses institutos. Nas disposições transitórias, o art. 17 é o único que define de onde virá o patrimônio: daquilo que já existe nas instituições que se agregaram para formar o IFET; de doações ou legados; e por incorporações que resultem de serviços por eles realizados (...) Não é difícil concluir que parte do financiamento de custeio dependerá, também, de retribuição por serviços prestados. [...]
As universidades, por sua vez, estão em um estágio mais avançado quanto às conseqüências do conjunto de decretos que materializou o PDE.
A adesão oficial das universidades ao REUNI, que se deu pela via da celebração do Acordo de Metas com o MEC, completará em março seu primeiro ano e suas conseqüências começam a aparecer. O aumento de vagas, por causa desse programa, já é visível nos editais dos vestibulares de 2009, em todo o país, sem que o pequeno aporte de verbas que se concretizou para a maioria das universidades federais, apenas, no final de 2007, tenha sido suficiente para instalar a infra-estrutura necessária para o atendimento aos ingressantes. A ampliação e/ou criação de novos laboratórios e bibliotecas não se efetivou, assim como a contratação de professores para dar conta desta expansão. A fragilidade dos chamados Bacharelados Interdisciplinares, criados a partir do REUNI, ficou à mostra, em particular pela baixa procura desses cursos em algumas universidades onde foram oferecidos.
A contratação de professores em algumas universidades não foi, em geral, suficiente para atender à demanda já existente nos departamentos para desenvolver as atuais atividades de ensino, pesquisa e extensão e, muito menos, o será para atender à provinda do aumento de vagas, via REUNI. [...]
A partir da análise dos Acordos de Metas, firmados entre o governo e os reitores das IFES, em março de 2008, vemos que o ápice dos investimentos previstos deveria ocorrer nos anos de 2009 e 2010, época em que as conseqüências da crise financeira, provavelmente, se farão sentir de modo mais intenso. Por outro lado, várias universidades prometeram, exatamente para 2009, um pico na admissão de novos ingressantes. Portanto, toda atenção da comunidade universitária deve estar centrada no acompanhamento da implantação do REUNI, em cada IFES, já a partir da realização dos vestibulares para 2009.
Confirmando, infelizmente, as previsões e análises do ANDES-SN, a autonomia das universidades foi efetivamente atingida. O Acordo de Metas [...] previu, em detalhes, as obrigações das instituições, deixando ao MEC a função gerencial e fiscalizadora, mas subordinando o financiamento à existência de recursos na previsão orçamentária do ministério. Ou seja, as universidades é exigido o cumprimento do compromisso assumido, independentemente do aporte ou não de recursos.
Fonte: Jornal da adua, n° 11

BOTÕES

domingo, 1 de março de 2009


Um homem cujas camisas estão sempre com botões faltando tem dois caminhos na vida: ou se casa ou se divorcia.
Paulo Mayr Cerqueira